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Ao menos 13 pessoas morreram em último ataque da Rússia à Ucrânia

por poliannelima
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A Rússia lançou um grande ataque à capital ucraniana, Kiev, e matou pelo menos 13 pessoas em ofensivas por todo o país, enquanto os dois lados libertaram centenas de prisioneiros no segundo dia de trocas.

Pelo menos quatro pessoas foram mortas na região leste de Donetsk, cinco nas regiões sul de Kherson e Odessa, e quatro na região norte de Kharkiv nas últimas 24 horas, segundo autoridades regionais.

A Força Aérea da Ucrânia informou que a Rússia lançou 14 mísseis balísticos e 250 drones de ataque contra o país, com a capital Kiev como “foco principal”.

As autoridades também afirmaram que as defesas aéreas derrubaram seis desses mísseis e 245 drones, com projéteis atingindo também as regiões de Dnipro, Odessa, Kharkiv, Donetsk e Zaporizhzhia.

“Foi uma noite difícil para toda a Ucrânia”, declarou o presidente Volodymyr Zelensky no aplicativo de mensagens Telegram, expressando condolências às famílias e entes queridos dos feridos.

Pelo menos 18 pessoas ficaram feridas em Kiev, vítimas de um ataque em larga escala com drones e mísseis russos na madrugada de sábado, segundo a polícia.

O prefeito da cidade, Vitali Klitschko, disse que o ataque provocou incêndios e deixou destroços espalhados pela cidade. Vários prédios residenciais foram danificados, relataram autoridades.

Troca de prisioneiros

O ataque noturno ocorreu após a Rússia e a Ucrânia concluírem a primeira fase do que se espera ser a maior troca de prisioneiros desde o início da guerra.

Mais de 600 militares russos e ucranianos foram libertados neste sábado (24), como parte da segunda fase da troca de prisioneiros acordada.

Vídeos divulgados pelo Centro Ucraniano de Coordenação para o Tratamento de Prisioneiros de Guerra mostraram centenas de homens libertados, a maioria com cabeças raspadas e envoltos em bandeiras ucranianas, abraçando-se e telefonando para seus entes queridos.

Quase 800 pessoas foram soltas na sexta-feira (23), durante a primeira fase da troca.

O acordo para a libertação de 1.000 prisioneiros de cada lado foi o único resultado significativo da reunião entre Kiev e Moscou em Istambul na semana passada, que marcou o primeiro encontro direto entre os dois lados desde a invasão da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022.

O Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, afirmou que a defesa aérea do país trabalhou “ininterruptamente” para repelir ataques aéreos russos durante a noite.

“Uma semana se passou desde a reunião de Istambul, e a Rússia ainda não enviou seu ‘memorando de paz’. Em vez disso, a Rússia envia drones e mísseis mortais contra civis”, disse ele.

Enquanto isso, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter destruído 94 drones ucranianos sobre território russo, principalmente nas regiões de Belgorod e Bryansk.

Alguns também foram abatidos sobre as regiões de Kursk, Lipetsk, Voronezh e Tula, acrescentou.

A reunião de Istambul foi inicialmente proposta pelo presidente russo, Vladimir Putin, em resposta a um ultimato de cessar-fogo ou sanções dado a Moscou pelos aliados europeus de Kiev — o que muitos viram como uma clara tentativa do líder do Kremlin de distrair e atrasar a ação.

A Ucrânia e seus aliados exigiram que a Rússia concordasse com um cessar-fogo imediato e incondicional em Istambul, mas não houve avanço.

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