Se já estava virado do lado do avesso pelo presidente Mario Celso Petraglia, o Athletico está sendo pisoteado por quem menos se esperava: suas torcidas organizadas, em especial a “Os Fanáticos”.
Jogando sinalizadores no campo, transformando-o em foco de incêndio e invadindo o gramado para agredirem jogador adversário, provocam causa para o jogo ser paralisado e motivo para súmulas de árbitros, nas quais extraem-se os mais diversos tipos de infração.
Bem por isso, é possivel afirmar que essas torcidas concorrem com o idêntico grau de culpa com os dirigentes para afundar ainda o grande clube.
E nada é por amor, tudo é por índole agressiva. Se houve alguma mudança na ordem jurídica esportiva, foi exatamente para combater esse tipo de conduta que viola o mais simples principio de segurança dentro de um estádio.
O resultado logo vai chegar. É certo que haverá uma denúncia propondo a suspensão do direito de mando do clube, na Segundona e na Copa do Brasil. Se a futura decisão receber efeito suspensivo, ficará para o próximo ano, mas será executada.
O prejuízo técnico e financeiro que esses torcedores encomendaram é tão grave quanto os erros de Petraglia e seus cúmplices ao rebaixarem o Furacão e improvisarem um time para a Segundona. Todos “unidos”. É a tempestade perfeita.
Se o clube for punido, esses torcedores, individualmente ou por associação, deverão responder pelos prejuízos. Com torcedores assim, dispensam-se inimigos.
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Augusto Mafuz” itemprop=”image” data-src=”https://www.umdoisesportes.com.br/media/umdoisesportes/2024/06/13161417/8.png” src=”https://www.umdoisesportes.com.br/media/umdoisesportes/2024/06/13161417/8.png”>
Um dos comentaristas esportivos mais tradicionais de Curitiba, conhecido por sua cobertura do Athletico, Coritiba e outros times da capital. Nascido em Guarapuava em 11 de maio de 1949, Mafuz é figura central no jornalismo esportivo local por décadas por causa de seu texto apurado e opinões contundentes.
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